04 de fevereiro, 2016

CARONA

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Vendo-a chegar a minha direção
Dispara meu riso involuntário
Agora é solidão passageira
Sua velocidade diminui
Você reduz a passada
Para em frente a mim
Bem-educada indaga
“Quer carona?
Quaisquer negações inexistem
Desejo apenas correr
Correr, estar e ser (em sua companhia)
Viajar por sua estrada
Vento na cara
Num calor sanguíneo
Seremos bússolas
Apontaremos o norte de nossas paixões

DIOGO ARRAIS @mesmapoesia

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