21 de dezembro, 2016

UM TAL DE NATAL

amanhecer-rio

Adeus ao ano
Adeus a este tempo
Adeus aos dozes meses que se findam

Dará saudade das derrotas e dores
Felicidade, flores e cachaças
O homem, contraditório ser, não vence sem ter problema
Um salve! a quem aceita desavença

Chegou a hora de estourar champanhe
De vestir branco
De abraçar com íntegro carinho
Mais um dezembro que se vai

É o tempo de rever conceitos
reler sonetos
reouvir canções
perdoar gente
respirar a paz

É a hora de presentear
De doar tempo
De ouvir intenso
Quem muito amor nos dá

Está chegando a meia-noite
Mais um renascimento
A alma precisa dar chance à carne
Que erra, que se distrai
Porque a perfeição do mundo
Está no “sempre é tempo” que o amor nos traz

DIOGO ARRAIS
youtube.com/mesmapoesia

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2 Comentários
  1. Cléo  02/01/2017 - 13h09

    Genial! Feliz Ano Novo, Diogo!