18 de janeiro, 2017

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Não pare
Não se submeta a sufocos bobos
Não entenderão seu passo largo
Seu sossego
Seu riso frouxo

Apenas não pare
Talvez não haja outra mão neste percurso
Vá assim mesmo descalço
O banho será em outros rios
O cochilo em vilas nascentes
A comida em novos campos


Não pare
Não dará tempo de agradecer a todos
Tudo vem tão veloz
Vai mais rápido ainda
Acredite
Porque sem fé nada tem motivo

Fé no caminho
Fé na escolha
Fé no amor
Fé na vida
Fé na palavra

Uma vez
eu fui
voltei renascido
Por isso te peço
do fundo do peito:
Vá!

DIOGO ARRAIS – youtube.com/mesmapoesia

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