Sobre

Diogo Arrais

A palavra lacrimeja, acorda a vizinhança, é sincera, é regente, acaricia qualquer violino interno, beija taças, humaniza, cria e recria diálogos. Só ela tem a chave de portas tão lacradas, retira o mofo de cantos do espírito, inebria e convida a pureza.

A palavra pode aumentar seu tom, a depender da exigência, pode xingar sem ofender, pode elogiar sem ser óbvia, pode gargalhar-se de ironias, pode perfumar o edredom.

É samba, é jazz, é rock, é bossa-nova, é clássica. É tapete vermelho, , é bodas de ouro, é mesa de boteco, é frase de balcão, é solenidade no palco, é festa de São João. É apenas Mesma Poesia.

@diogoarrais